segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Saudade não se mede em ‘d’. Amor não se resolve com equações matemáticas. Paixão não se explica com biologia. A gramática não tem as regras da vida.  Dicionário define. Não é de definições que se vive. Tem horas que se precisa viver dor, morrer coraçãomente de amor. Apaixonar-se: querer enlouquecer a dois, depois de três, no quarto... Amar: não querer nada em lugar algum. Nenhum solitário escreve vorazmente sobre amor. Nenhum acompanhado traduz dor de solidão. Coração morto é o que não escreve (nem mentalmente). Os melhores sonhos têm-se consciente, antes de dormir, ao acordar, na hora de amar, sem hora, sem pressa, com alguém, consigo. Um olhar vai dar uma vida, outro vai tirar. Quando se tem valores, suprimi-se a valorização. Insigne não é saber fazer, mas se dispor a descobrir. Sorrisos? Sorrisos são sempre portas abertas...
   - Uma vida. Sem aspas, por favor!